domingo, 15 de março de 2009

SUPER PIPPO


Tem gente que não gosta dele. Mas é inegável, Felippo Inzaghi tem o faro do gol. O atacante do Milan, de longa folha corrida no futebol italiano, chegou aos 300 gols como profissional, neste domingo. O número pode até parecer baixo, mas não é, pois só conta os gols marcados em partidas oficiais. Não aparecem nas estatísticas amistosos, jogos inexistentes, partidas comemorativas, etc.

Inzaghi gosta de viver no limite. Sempre se posicionando na linha do penúltimo defensor, é o jogador que mais vezes fica impedindo no futebol mundial. Ele perde alguns gols feitos, é verdade. Mas na hora decisiva sempre se pode contar com o Super Pippo.

O camisa 9 rosonero marcou gol em todas a competições em que entrou em campo. Além de ter levantado as principais taças do mundo. Foi campeão italiano, europeu e mundial, tanto com o clube como com a seleção. Inzaghi é gol.

Na temporada passada, o atacante se tornou o maior artilheiro em competições européias, superando Gerd Müller e depois sendo ultrapassado pelo espanhol Raul. No futebol moderno, poucos foram tantas vezes às redes quanto Inzaghi, mas alguns preferem lembrar os gols perdidos do que os feitos.

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Inzaghi defendeu sete clubes na carreira (Piacenza, Leffe, Verona, Parma, Atalanta, Juventus e Milan). Ele está a um gol de entrar para o hall dos 20 maiores artilheiros da história do Campeonato Italiano.

Com a Azzurra foram 25 gols, sendo o sexto maior goleador da história da Seleção Italiana, ficando atrás de nomes históricos como Del Piero, Baggio, Piola, Meazza e Riva.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Conmebol esvazia a Copa do Brasil

Para quem gosta de um jogo final, da decisão, a Copa do Brasil é um campeonato para matar as saudades. Um torneio nesses moldes é importante. O Campeonato Brasileiro premia a regularidade. A Copa do Brasil o momento. Se em representatividade ela cresceu desde seu início, em 1989, a competição tem perdido em qualidade nos últimos anos. A culpa é da Conmebol.

A entidade que rege o futebol na América do Sul é fominha, gananciosa, quer estar sob os holofotes durante todo o ano. Para se manter em evidência o tempo todo, ela organiza duas competições. No primeiro semestre é a vez da cobiçada Libertadores, sonho de qualquer grande clube abaixo da linha do Equador. No segundo, ocorre a Copa Sul-americana, a prima pobre, de menor importância. Essa não concomitância de torneios esvazia a Copa do Brasil.

Na Europa, a Champions League e a Copa Uefa ocorrem simultaneamente durante toda a temporada. Lá, as Copas Nacionais são desvalorizadas por darem vaga à competição menos importante, diferente daqui. A formatação do calendário da Conmebol embola a agenda do futebol brasileiro nos primeiros seis meses do ano, impossibilitando que quem jogue a Libertadores possa disputar a Copa do Brasil. Isso é um castigo para quem entra em campo no principal torneio das Américas.

Se a Confederação Sul-Americana de Futebol agendasse as suas duas competições para o mesmo semestre ou as alongasse, desde que fossem disputadas ao mesmo tempo, surgiria espaço para os clubes brasileiros participassem do segundo troféu mais importante do país.

O prêmio pela conquista da Copa do Brasil mantém a importância do campeonato. Mas não se pode negar, que ela ficaria com um significado muito maior se em 2009, Palmeiras, Sport, Grêmio, São Paulo e Cruzeiro entrassem nos duelos que ocorrem nos 27 estados da pátria de chuteiras. Apesar dos problemas enfrentados aqui, dessa vez, o erro não é da criticada CBF.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

You cannot be serious

“You cannot be serious” (Você não pode estar falando sério ) é a frase mais memorável de John Patrick McEnroe, um dois maiores tenistas de todos os tempos. Ela era proferida sempre que o americano se sentia prejudicado por uma marcação da arbitragem. A primeira vez que foi utilizada com notoriedade ocorreu na histórica final de Wimbledon de 1980, contra outra lenda do esporte mundial, o sueco Björn Borg.

A frase ficou tão associada a McEnroe, que virou nome de sua autobiografia publicada em 2002. Sempre pronto para explodir dentro de quadra, ele se tornou um ícone do esporte. Sua irreverência, que às vezes era pura falta de educação, contrastava com sua imensa categoria de bater na bolinha. Junto com Björn Borg, Ivan Lendll e Jimmy Connors, comandou o circuito da ATP nos anos 80.

Em um esporte em que a força mental é essencial, mesmo sendo instável, McEnroe conseguiu ser um vencedor. Foram 148 títulos – 77 de simples e 71 de duplas. Destes sete foram conquistados em torneios do Grand Slam, os principais do circuito mundial.

Após pendurar a raquete em 1992, seguiu dando show. Foi capitão dos Estados Unidos na Copa Davis. Virou comentarista. Tornou-se garoto propaganda de marcas famosas. Apareceu em seriados e em filmes. Tudo graças ao seu inquestionável carisma.

Nesta segunda, ele completa 50 anos de vida. Nem parece. You cannot be serious. McEnroe!
Abaixo o início de tudo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A paciência segue curta

Caiu o primeiro técnico dos grandes clubes do Brasil. Márcio Fernandes não resistiu aos constantes tropeços do Santos no Paulistão. Em relação ao ano passado, a paciência dos cartolas aumentou em alguns dias.

Em 2008, o primeiro técnico a cair foi Romário, no Vasco. Na verdade, o Baixinho pegou o chapéu após Eurico Miranda tentar obrigá-lo a escalar o atacante Alan Kardec. Sua saída ocorreu em 6 de fevereiro. Márcio Fernandes foi demitido no dia 12.

No ano passado, o segundo clube a trocar de treinador foi o Grêmio, que demitiu Vagner Mancini no dia 17 de fevereiro. Ao que tudo indica, a segunda demissão de 2009 demorará um pouco mais para ocorrer.

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Interinamente o ex-centroavante Serginho Chulapa comandará o time da Vila mais famosa do mundo. Pelo Alvinegro Praiano, Chulapa conquistou o Campeonato Paulista de 1984, se tornando um ídolo da torcida.

O atacante da Seleção Brasileira na Copa de 82 está para o Santos, assim como o ex-volante Andrade está para o Flamengo. N hora da crise, eles sempre assumem como treinadores.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Nem Big Phill

“Felipão é demitido” e outras manchetes do gênero são inéditas. Pelo menos nos últimos 15 anos, elas não estamparam as páginas dos jornais. Pois, nem Luis Felipe Scolari, o Felipão, é intocável ou indemissível. O Chelsea anunciou, nesta segunda, a demissão do treinador brasileiro.

A aventura do gaúcho na Inglaterra durou sete meses. Felipão não fez o milionário elenco do clube londrino jogar bem, nem mesmo conquistar resultados positivos. O gringo não venceu um clássico sequer. Pior, com inúmeros títulos nas costas, o técnico não resistiu à pressão da torcida que clama por um ex-ídolo do clube para assumir o cargo, o italiano Zola, ainda incipiente na profissão, mas com bons resultados no West Ham.

Motivador nato, Felipão esbarrou no problema da língua. Ele sabe se comunicar em inglês, mas certamente seus discursos tão tocam fundo na Torre de Babel chamada Chelsea. O que mais deve doer na alma do treinador é o momento de sua saída. A recuperação parecia estar logo ali na frente.

Ela ocorre exatamente quando Felipão mais gosta se dar bem, no mata-mata. No fim do mês iniciam as oitavas-de-final da Copa dos Campeões da Europa. A medida tomada por Roman Abramovich e seus asseclas visa salvar o principal objetivo na temporada. Conquistar a Premier League parece tarefa impossível – o Chelsea está a sete pontos do líder Manchester United, que não sofre gols há 20 horas no torneio. A Juventus, adversária dos Blues agradece. Será que o dirigente russo não conhece o currículo do brasileiro?

A demissão de Felipão é uma derrota do futebol brasileiro. Nos últimos anos, os homens da prancheta mais eficientes da pátria de chuteiras tentaram a sorte no Velho Continente. Nenhum deles acabou o que começou. Luxemburgo se enrolou no espanhol e durou pouco no Real Madrid. Felipão, mesmo sem a soberba de seu colega, sucumbiu no Chelsea.

O país do futebol segue sem conseguir emplacar um técnico nas principais ligas européias. Agora, é preciso saber qual caminho Felipão seguirá. Dificilmente ele abandonará a Europa. Com o seu histórico, outras chances deverão surgir, talvez não tão boas. Mas é assim que o gaúcho de Passo Fundo gosta. Ele prefere vencer quando é o azarão. Porém, desde já Dunga deve ficar atento, os pedidos pela volta de Scolari na seleção começarão a surgir o quanto antes. É bom vencer a Itália na terça.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

ESPN Brasil está de parabéns

A EPSN Brasil tomou uma decisão difícil, mas correta. A emissora decidiu não comparecer mais às entrevistas coletivas de Muricy Ramalho, técnico do São Paulo.

O treinador é um resmungão de primeira. Na sua última entrevista, após derrota do Tricolor Paulista, esbanjou má educação. Atirou para todos os lados. Muricy é um baita profissional, dedicado, competente, trabalhador. Porém, possui uma imensa dificuldade em lidar com críticas. Odeia ser colocado na parede pelos jornalistas. Como defesa usa a ironia e o mau humor.

Quando a fase não é boa, usa o mantra do trabalho. Ele esquece que os outros também trabalham. Ser jornalista é uma profissão, assim como ser treinador de futebol. Para Muricy parece que só ele trabalha, os outros estão ali por diversão e para incomodá-lo. Para o comandante Tricolor só entende de futebol quem concorda com suas ações, os outros não manjam do riscado. Não é assim.

Fazer a imprensa esperar mais de hora para ouvi-lo é uma atitude tomada desde a primeira passagem pelo Inter. A falta de paciência, também. No começo o jeito caipira de Muricy até era engraçado, mas isso mudou de nível. Atingiu status acima dos esperados. Muricy é grosso em suas respostas. Grosso mesmo.

Em Porto Alegre, Mano Menezes, quando treinava o Grêmio, começou a dar “patadas” nos jornalistas e radialistas em todas as coletivas. Um dia, num raro dia de união, a maioria dos profissionais resolveu não participar da coletiva. Somente dois se dispuseram a entrevistar o treinador. Mano, que é bem mais agradável e educado que Muricy, sentiu o golpe, citou o fato em sua coletiva seguinte e baixou um pouco a crista.

Tricampeão brasileiro, cotado para ser o próximo técnico da Seleção, Muricy acha que está acima de tudo. Mas a primeira derrota depois de muito tempo chegou. Junto com ela se aproxima a Libertadores, seu sonho de consumo, que insiste em não ser conquistado. Tudo isso soma para as suas atitudes.

A medida tomada pela ESPN Brasil é corretiíssima. Ela exige ser tratada com mais respeito. O problema é que a classe não é unida. Todos os outros veículos deveriam seguir o exemplo, assim Muricy passaria a respeitar mais e a entender melhor o papel da imprensa.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Situação de Amauri ficou boa para todos

A relação entre Amauri e Seleção Brasileira começou muito mal. Talvez tenha até mesmo acabado. O modo como sua convocação foi conduzida foi a pior possível, porém, pode ter ocorrido o melhor possível para o momento. Dunga nunca fez questão de chamá-lo, mas foi obrigado a ceder às pressões e ao bom desempenho do atacante da Junvetus. Antes de dar uma oportunidade para o jogador vestir a “amarelinha”, o treinador pouco o elogiou. Quando resolveu convocá-lo, a Juventus decidiu não ceder o seu atleta.

Sua situação é prejudicada por questões do mundo moderno. A sua mulher está prestes a receber cidadania italiana, o que deixaria o juventino apto a defender a Azzurra. Seus gols sempre ecoaram mais na Bota do que por aqui. Na primeira chamada para a partida diante da própria Itália, Amauri não estava presente na lista do treinador. A justificativa de Dunga era que o camisa 8 bianconero não tinha atuado bem nas últimas duas ou três partidas no calcio.

Mesmo sem estar bem nos últimos jogos da Juve, bastaram alguns dias para Amauri passar a ser útil. Ele foi colocado no lugar do lesionado Luís Fabiano. Entretanto, com Dunga nada pode ser simples. A convocação ocorreu fora do prazo estipulado pela Fifa para jogadores que atuam no exterior. A Velha Senhora utilizou do seu direito e não cederá o autor de 11 gols na Serie A desta temporada.

Apesar do constrangimento que o decorrer dos fatos provocaram, a situação ficou boa para todos os lados. Dunga nunca fez questão de contar com Amauri. Ele prefere testar Afonso Alves, Vagner Love e Jô, mas o atacante titular de um dos maiores clubes do mundo, não. Mesmo que publicamente a Juventus tenha bloqueado a ida de seu jogador, nas internas talvez não tenha sido bem assim. Independente de quem decidiu vetar a participação do jogador pela seleção, Dunga dificilmente voltará a o torná-lo um selecionável. Serão precisos muitos lesionados e muitos gols de Amauri para ele ser novamente relacionado.

O jogador sempre se mostrou divido sobre qual caminho seguir. Seu coração verde e amarelo queria que ele jogasse pelo país em que nasceu. Sua cabeça preferia defender a seleção da nação que abrigou o seu futebol e onde teria mais chance de se firmar. Agora, Amauri ganhou mais alguns meses para refletir sobre seu futuro. Esperar seu passaporte italiano chegar e vestir a camisa azzurra parece ser a aposta mais segura para o jogador nascido em Carapicuíba.

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Amauri já marcou 42 gols na Primeira Divisão italiana. Na Juventus são 13 gols em meia temporada – 11 na Serie A e dois na Copa dos Campeões. Porém, ele está há seis partidas sem balançar as redes.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Horizonte gremista fica mais azul, mas nem tanto

O mercado gremista estava em marcha lenta. O ritmo foi aumentado no último par de dias. Em menos de 48 horas, três contratações foram anunciadas – os laterais Ruy e Fábio Santos, e o atacante Alex Mineiro. Até o Natal os gremistas devem ser presenteados com mais dois reforços – o zagueiro Fábio Ferreira, do Corinthians, e o centroavante Wellinton Paulista, do Botafogo.

O Tricolor precisa de mais nomes de peso. O que chegou não é suficiente para enfrentar as competições do primeiro semestre. Jogadores que sejam respeitados pelos adversários na Libertadores são essenciais. O time precisaria de um reforço deste tipo por setor. No ataque é Alex Mineiro, mas e nas outras posições quem virá?

Além disso, Roth quer contar com cerca de 32 atletas no elenco para poder escalar time reserva em algumas partidas do Gauchão. Até agora, sete jogadores deixaram o Olímpico e cinco podem chegar. O elenco está com déficit de quantidade e qualidade. A fórmula que deu certo no Campeonato Brasileiro, de montar um time médio, é arriscada. Repetir o sucesso com a mesma estratégia não é a melhor opção.

Ao que tudo indica, da zaga titular ficará somente Réver. No meio, para substituir Rafael Carioca deve-se apostar em Adilson, jogador que se lesiona com constância e suas recuperações são demoradas. Em duas temporadas entre os profissionais pouco jogou. Até agora sua principal característica é ser fisicamente parecido com o ex-gremista Lucas.

Se quiser o tri da América, a diretoria precisará trabalhar bastante nesse fim de ano.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Estádios não sentem a crise

A crise financeira parece não abalar o projeto de construção de novos estádios de futebol. O Grêmio está em negociações adiantadas e conturbadas para construir a sua arena. O inglês Tottenham apresentou projeto para a sua nova casa na semana passada. A Juventus também começou a fazer seu futuro lar em Turim.

Nesta quinta-feira, foi a vez da Roma anunciar que começa a pensar em construir um novo palco para o seu time. Segundo a presidente do clube, Rosella Sensi, a entidade começa a analisar áreas para construir o empreendimento.

Por enquanto, nos quatro casos, o Grêmio é o único que dará o estádio antigo pelo novo.
Uma pergunta: Grêmio e OAS, parceira do Tricolor, não pensaram ainda em “alugar” o nome do estádio para alguma grande empresa multinacional?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Será que Noir vale a pena?

A direção não confirma, mas o atacante argentino pretendido pelo Inter é Noir, do Boca Juniors. Pelo mistério que se faz/fez em torno do nome do jogador, a direção colorada aposta bastante que ele vingará. O dinheiro que sairá dos bolsos vermelhos para trazê-lo não deverá ser pouco. Apesar do investimento que será feito, o risco que o clube correrá é muito grande.

Pouco vi Noir jogar, é verdade. Por tanto, não tenho subsídios suficientes para fazer uma análise mais profunda sobre o “delantero” boquense. Porém, algumas questões indicam que talvez o Inter não esteja fazendo um negócio tão bom quanto acredita.

O ataque titular do Boca é formado por Palermo e Palácio, que não atuaram durante todo o segundo semestre devido a lesões. Por tanto, o ataque dos xeneízes que disputou o Torneio Apertura foi o reserva. Na Sul-americana, o clube argentino poupou os seus melhores jogadores. Mesmo assim, Noir ficou no banco.

Financeiramente, o Boca aparenta ser sólido. É um clube que conseguiu repatriar Riquelme, por maior que seja o amor do craque pela entidade, sua vinda não deve ter sido barata. Não bastasse isso, Palácio é segurado há tempos na Bombonera, todas as pomposas propostas feitas pelo seu futebol foram rejeitadas. Será que alguém que consegue manter Palácio, Riquelme, Palemro, Bataglia, entre outros, não teria condições de segurar um novato como Noir?

É difícil pensar que os hermanos liberariam uma possível revelação de maneira tão fácil e para um vizinho. Ou será que o Boca não leva fé no futebol do garoto de 21 anos? Caso a transferência se concretize, o Inter fará um negócio de alto risco.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

4-4-2


O mercado editorial brasileiro sempre foi deficiente em termos de publicações relacionadas ao esporte. Por muitos anos, a Placar lutou para se manter viva. Em determinados momentos, alguns aventureiros tentaram criar publicações que por mais qualidade que tivessem não se firmavam por falta de dinheiro. Apesar de toda a idolatria aos atletas, os publicitários nunca viram em revistas voltadas ao esporte como um bom investimento.

Um exemplo claro disso são os periódicos sobre carros, que existem em considerável número. Porém, as publicações sobre automobilismo não conseguem ter visibilidade, muito menos quantidade. Em 2006, foi lançada aqui no Brasil uma versão nacional da F1 Racing, principal revista de Fórmula-1 no mundo. Nem ela sobreviveu por aqui.

Recentemente, a Trivela parece ter conseguido vingar no mercado através de uma abordagem mais profunda dos assuntos e destacando principalmente o futebol internacional.

Agora, chegou a vez da Four Four Two (FFT) se arriscar no “país do futebol”. A publicação é uma das mais respeitadas da Europa. Sua sede fica na Inglaterra. Ela chega a sua segunda edição em terras brasileiras em dezembro. Se ela irá ter vida longa ou não é uma incógnita que só o tempo respondera, mas certamente ela causará polêmica. Como uma boa britânica, a FFT adora uma lista. O exemplar de dezembro conta com várias. As principais são os 13 melhores clubes brasileiros em 2008 e os 100 melhores jogadores da atualidade.

A lista dos 13 clubes da temporada no Brasil é a seguinte:
1. Corinthians
2. São Paulo
3. Cruzeiro
4. Sport
5. Inter
6. Palmeiras
7. Fluminense
8. Flamengo
9. Grêmio
10. Coritiba
11. Avaí
12. Botafogo
13. Atlético-GO

A lista não traz novidades, contemplando os principais campeões do ano. Agora, apesar da conquista da Série B, encheram demais a bola do Corinthians, que fez a sua obrigação.

Os dez melhores do anos segundo a FFT são os seguintes:1. Cristiano Ronaldo2. Messi
3. Fernando Torres
4. Cassillas
5. Kaká
6. Davi Villa
7. Zlatan Ibrahimovic
8. Kun Agüero
9. Rio Ferdinand
10. Steven Gerrard

Ibrahimovic mais uma vez aparece numa colocação abaixo do seu potencial. A grande aberração desse top 10 é Ferdinand. O defensor do Manchester United não é nem o melhor zagueiro inglês. De resto, com algumas variações na posição, a lista está bem composta.

Que a Four Four Two tenha vida longa no Brasil!
E você, concorda com as listas?

Dois milímetros de discórdia

Ninguém se preocupa com todos os detalhes como Fabio Capello. É o famoso chato. Nenhum brasileiro chegara perto de suas exigências. O técnico atualmente comanda a Seleção Inglesa e não deixa passar nada. ABSOLUTAMENTE NADA! Nenhum detalhe escapa de seu olhar detalhista e minucioso.

No momento, o treinador está em guerra com o jardineiro do Estádio de Wembley. Capello não está de acordo com a altura da grama. Segundo a imprensa inglesa, o italiano mediu com sua própria régua e constatou que o gramado estava mais alto do que ele deseja. Ele quer que a grama tenha 17 milímetros de altura, enquanto o jardineiro faz o corte 2 milímetros mais alto.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O lance é mostrar a cueca

O futebol italiano parece estar tornando-se pródigo em lances inusitados. Primeiro foi uma tática implantada pelo técnico Walter Zenga. A estratégia é na cobrança de falta baixar o calção para tirar o calção. Contra o Torino funcionou. Confira:



Nesse fim de semana foi a vez de Vucinic, da Roma, mostrar a cueca. Dessa vez o motivo foi uma comemoração. O atacante marcou o gol da vitória do time da Capital aos 45 minutos do segundo tempo sobre o Cagliari por 3 a 2.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Bolão

Depois de 38 rodadas o Brasileirão chegou ao final!
Isso significa que o Bolão do blog também terminou.
O grande vencedor é....

AGNELO. O rapaz consguiu acertar quatro posições exatas na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

Depois em segundo aparecem Valter (no caso eu), Márcio Meneghini e João, todos com dois pontos.

Os lanternas com apenas um acerto Gustavo Côrrea, Paulo Rogério, Lucas Uebe e Mateus.

Obrigado aos participantes e como prometido, aí vai o prêmio: PARABÉNSA GNELO!

Tentaremos

O blog não morreu! Assim eu espero!
Tentarei voltar a atualizar este espaço que estava jogados às moscas.